Policlínica do Tomba realiza capacitação preventiva sobre protocolos de MPOX
Por Redação em às | Foto: Divulgação

Com foco na qualificação contínua das equipes e no fortalecimento da vigilância em saúde, a Policlínica do Tomba realizou um momento de orientação técnica voltado aos protocolos relacionados à MPOX. A atividade aconteceu na unidade para as equipes de laboratório, recepção e enfermagem e contou com a participação do NEP (Núcleo de Educação Permanente), da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (VIEP) e do SCIH (Serviço de Controle de Infecção Hospitalar).
Localizada em Feira de Santana, a Policlínica do Tomba é administrada pelo Instituto de Saúde Nossa Senhora da Vitória (INSV) e integra a rede municipal de saúde. Embora, até o momento, não haja registro de casos de MPOX no município, a capacitação faz parte de um conjunto de medidas preventivas adotadas para assegurar que as equipes estejam preparadas para uma resposta rápida e segura, caso haja necessidade.
Durante o treinamento, foram abordados de forma detalhada os procedimentos adequados para coleta de amostras biológicas em casos suspeitos da doença. A equipe discutiu os tipos de amostras indicadas, critérios de acondicionamento e identificação, além das normas de biossegurança aplicáveis a cada etapa do processo.
Também foram reforçadas orientações sobre o uso correto de equipamentos de proteção individual (EPIs), armazenamento e transporte das amostras, assegurando a qualidade, segurança e integridade do material até o processamento laboratorial. Outro ponto destacado foi montagem correta da maleta contendo os insumos e materiais específicos necessários para a execução do procedimento, garantindo padronização e maior eficiência no atendimento.
O que é MPOX
A MPOX é uma doença viral transmitida principalmente por meio do contato próximo com lesões de pele, secreções respiratórias ou objetos contaminados. Entre os sintomas mais comuns estão febre, dores no corpo, aumento dos gânglios linfáticos e o surgimento de lesões cutâneas. O diagnóstico adequado e a condução correta dos casos são fundamentais para evitar a disseminação da doença.
A ação reforça o compromisso da unidade com a segurança de pacientes e profissionais, fortalecendo os fluxos operacionais e consolidando uma atuação preventiva e responsável na rede assistencial.
